A
FLOR DA MÃE
Ao
amor meu, em doce dia de ser mãe,
De
novo envio a tão bela gerbera,
Com
mais amor ainda com que lha dera,
E o
sonho que desde sempre se mantém.
E se
outra dará a quem mais lhe quer bem,
À
meninota a verá doce e sincera,
Num
amor fundo que não é simples quimera,
Antes
a marca da sua doce mãe.
Ao
meu Sonho, pois, eu hoje aqui deixo,
Ao
meu amor eterno e sem desleixo,
Soprado
pelos ventos de fortes moinhos.
E
quando ao pensamento me ocorre Aleixo,
O
meu amor se ma dá por forte eixo,
Transportador
de um oceano de beijinhos.
Hélio
Bernardo Lopes
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