sábado, 1 de novembro de 2014

DA AUTORA E DE CAMBRES

Excerto do texto – Espelho meu
          Olhando no espelho.
          Coisa rara!
          Olhando no espelho vejo aquilo que sinto, aquilo que sonho. Tanto tempo a olhar para o espelho, como se ele fosse fosco. Tão fosco que seria necessário pedir-lhe para me deixar ver.
          Não, não é fosco, só não me deixa ver aquilo que quero. Espelho, espelho meu… o teu limite é o meu espaço.


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