domingo, 1 de fevereiro de 2015

DA AUTORA E DE CAMBRES

Longe

Às vezes penso
Que o futuro não existe
Às vezes sonho
Mas os sonhos não alimentam
Às vezes conquisto
Triunfo e depois desisto
Às vezes espero
Espero pelo que não vem

Sou pessimismo
Sem capacidade de fugir
Só penso, sonho, conquisto, espero
Porquê ser assim

Tenho saudades
De quem não quer assumir
Risco verdades
Para quem persiste em não vir
Sinto perder-me
Num labirinto qualquer
Sinto esquecer-me
Ou ser esquecido talvez




Sou simples amor
Carinho esperava ter
Sou saudade, verdade, perdição, esquecimento
Porquê ser assim

Cila

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