sábado, 1 de agosto de 2015

OPINIÃO / DA AUTORA E DE CAMBRES

A prática da sociologia e a sociologia da prática
Uma ciência humana, um estudo comportamental entre o Homem e a sociedade que o envolve. O seu estado psicológico é vicioso, mas eficaz, quando comunica com outros, quer pela sua identidade, quer pelo seu bem ou mal estar. O ser humano é independente ou, pelo menos, quer sê-lo. Ele apresenta dificuldades comunicativas quando, na sua relação direta, não existem intercâmbios ou meios de ligação, o que, talvez por ser indiferente a determinadas sociedades, se mantenha inativo.
São inúmeros os estudos e pesquisas no âmbito sociológico, uma vez que estamos sempre a descobrir novos semblantes e a apropriarmo-nos de diversos sistemas práticos no uso simbólico da sociologia. Mas os sociólogos praticam-na e espalham a sua sabedoria através de grupos, de relações, de comportamentos.
Para além do quotidiano, da família, da política, da justiça, da religião, da saúde, também as empresas ou associações e o trabalho necessitam de incentivo grupal e a coesão, transformando vários num só, uma forma eficiente de resolver problemas, encontrar soluções, coexistir perante situações difíceis. A prática sociológica reivindica o poder das relações temporais humanas, em conjunto com uma sociedade uniforme e homogénea. Por vezes, a heterogeneidade também se posiciona no mesmo lugar, principalmente quando existem regras a ser cumpridas e que podem chegar a ser manipuladas pela opinião pública, como é o caso de alguns meios de comunicação social.
Se a sociedade é a base da estrutura regular do comportamento humano, talvez seja pertinente saber geri-la e leva-la a presentear-se como uma comunidade e não como um único ser vivo, sem restrições ou regras. Torna-se assim, mais fácil perder a codificação e ganhar coragem para chegar mais longe no seu estado normal comunicativamente ativo.
A sociologia subdivide-se mas também se multiplica em métodos, objetivos e funções. Ela analisa fenómenos sociais, capacidades e realidades relevantes ao desenvolvimento do indivíduo perante si e a sociedade criada na sua mente, seja verdadeira ou mero estereótipo. Predomina a ética social, que se pratica pelo pensamento e opinião formada ou gerada através de conhecimentos adquiridos.
A editora

Lucília Monteiro

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