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quarta-feira, 1 de abril de 2015

DA AUTORA E DE CAMBRES

Alma

Alma minha
Coração rebelde
Triste sonho
Escuridão sem nome
O passado existiu
Possui do poder carente
Afeto, saudade eterna
Perfeito passeio pelos bosques
Árvores negras
Suores imensos
Sombras piedosas
                                                         
Alma sentida
Tarde estavas comigo
Longe estavas de mim
Sátira perdida no tempo
Calor de devaneio tal
Que até o sol se escondeu
Sapo de folha verde
Campos floridos
Perdidos de paixão
Civil dor de compaixão
Sábio mestre

E subo a escada
Da alma pura
Do paraíso eterno
Dos pardais, pardalitos
Cascas de noz
Amêndoas infelizes
Corpo mole desequilibrado
Todo meu coração
Passo a passo
Vou conhecendo
E o pranto continua

Arco íris de azul
Nas longínquas partituras
Cidade pálida
Tudo é cor branca e pura
Sinceridade azul
Forma divina
Rigidez possante
Olhos fixos no mar
Que paixão no mar
Que paixão a minha
E lá nas alturas
Deus sabe porquê
         

Cila